O acesso a mercado ainda é um grade desafio a ser enfrentado pelos agricultores(as) familiares e suas organizações. Apresenta-se, também, como um desafio para as organizações de assessoria técnica. Na região Nordeste do Brasil, podemos perceber uma estratégia clara e que vem se firmado com sucesso, que são as FEIRAS AGROECOLÓGICAS.
A feira livre é uma grande expressão da cultura popular nordestina. Cantada em música ou poesia, é nas feiras odonde se apresentam a riqueza da cultural de seus poetas e cantadores, dos cordelistas e repentistas, da culinária, da religiosidade, do trabalho e da sabedoria do povo.
É neste espírito, que as Feiras Agroecológica também se encaixam. Talvez ainda não com toda a riqueza de expressões tradicionais. No entanto, vale-se de algumas delas para apresentar outra concepção de meio rural. É inspirando-se nas feiras livres e na essência da vida das pessoas nordestinas, que as Feiras Agroecológicas conquistam a cada dia mais adeptos(as) ao consumo de alimentos saudáveis, produzido de forma a celebrar a harmonia entre o ambiente e os seres humanos.
Além de proporcionar a população urbana o acesso a alimentos saudáveis, as famílias agricultoras estão contribuindo para a conservação da agro-biodiversidade, dos recursos hídricos, e da conservação dos solos. É nessas famílias agricultoras que se percebe uma maior integração entre seus membros. No seu ambiente de trabalho, surge mais ocupação e se percebe uma geração de renda mais estável em relação aos cultivos agrícolas convencionais.
A gestão das feiras agroecológicas assessoradas pelo Centro Sabiá, é feita pelas próprias famílias. Deste modo, o exercício de tomada de decisões, a gestão dos fundos das feiras e a vivência coletiva têm contribuído para a construção de grupos cada vez mais autônomos e conhecedores de sua realidade. Contudo, esse ainda é um processo de aprendizado e um desafio para os processos de formação.
Atualmente, cerca de 100 famílias agricultoras estão comercializando seus produtos diretamente nas Feiras Agroecológicas, assessoradas pelo Centro Sabiá. Deste total, participam do processo cerca de 60 mulheres.
Feiras agroecológicas Encontro solidário entre campo e cidade
Desde 1997, que as organizações não governamentais Caatinga, Diaconia e Sabiá trabalham o acesso a mercado como uma estratégia de fortalecimento da agricultura familiar na perspectiva agroecológica. O trabalho é realizado juntamente com organizações das famílias agricultoras e entidades parceiras e contribui para o desenvolvimento de uma nova forma de comercializar a produção dessas famílias em vários municípios do Nordeste brasileiro. São feiras, onde agricultores e agricultoras comercializam seus produtos diretamente ao consumidor, eliminando o atravessador. Em Pernambuco, sabe-se da existência de 25 feiras agroecológicas.
Há oito anos, que as três organizações vêm construindo muitos aprendizados com essa dinâmica da comercialização. A iniciativa das feiras agroecológicas vem desmistificar a crença de que é impossível, ou muito difícil enfrentar os atravessadores no processo de comercialização. Outra coisa importante, é que as experiências construídas vêm estabelecendo alianças efetivas entre o campo e a cidade, entre agricultura e saúde e entre geração de renda e preservação ambiental.
Vale ressaltar, a importância dessas feiras na geração de trabalho e renda, na promoção da saúde preventiva e na educação ambiental. Também, no fortalecimento da solidariedade na economia e da própria organização popular. Contribuem, especialmente, para um futuro com qualidade de vida para homens, mulheres e jovens e para o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar no Nordeste.
Estratégia para consolidar a agroecologia
Desde que o movimento em prol da agricultura agroecológica começou a se articular no Brasil e no Nordeste, o intercâmbio das experiências desenvolvidas pelas diferentes organizações, tornou-se uma das principais estratégias para a difusão e consolidação da agroecologia. Foi assim que as feiras e espaços agroecológicos se espalharam por vários municípios no Nordeste.
As primeiras iniciativas foram implementadas pelo Centro Sabiá e a AMA Gravatá, em Recife, em 1997. Hoje, o sucesso das feiras tem criado um movimento favorável para a disseminação dessa forma de comercialização. Cada vez mais tem aumentado o número de municípios do interior do Nordeste que organizam seus espaços de comercialização agroecológica.
Em cada local, são aproveitadas as potencialidades existentes. Cada feira se consolida de forma original. No Sertão de Pajeú, Pernambuco, as feiras de Afogados da Ingazeira e de São José de Egito, são um desdobramento das feiras comemorativas realizadas pela Diaconia e organizações parceiras durante a semana do Meio Ambiente e na semana do Dia Mundial da Alimentação.
A existência das feiras consolida uma importante estratégia para a ampliação da agroecologia no semi-árido e no Nordeste: o intercâmbio. Essa prática faz crescer a aproximação entre as comunidades e as famílias agricultoras. As feiras são, por sua natureza, momentos de intercâmbio permanente.
Em São José do Egito-PE, a agricultora Maria de Fátima, do Sítio Felipe, vem conseguindo ampliar sua produção de frutas e verduras. Ela aproveita a água salobra que tem disponível na sua propriedade.
No Sítio Santo Antônio, em Afogados da Ingazeira-PE, Josefa Rodrigues, seu marido Nino, sua filha Tânia e seu filho Eduardo, diversificaram a produção de forma impressionante. Antes da feira, a produção era restrita a três tipos de verduras. Hoje, a família produz mais de 20 tipos de verduras, legumes e frutas. A produção é comercializada e também consumida pela família.
Na comunidade de Tamboril, em Ouricuri-PE, está acontecendo uma grande transformação da paisagem e na forma de organização da produção. As famílias que estão participando da comercialização deixaram de usar a uréia na adubação substituindo por fermentado orgânico. Aumentaram o uso de estrume animal, diversificaram sua produção, com o plantio de novas culturas para atender aos pedidos dos(as) consumidores(as).
No Sítio Chapéu, em Umarizal-RN, a eliminação do uso de veneno, aliado a uma grande diversificação da produção e integração da criação animal, tem produzido o suficiente para alimentar e gerar renda para mais de dez pessoas da família de Chico Belarmino e seus filhos. Ele diz que as pessoas o chamavam de doido por causa da iniciativa: “ninguém acreditava que era possível produzir sem veneno. Hoje, não só produzimos, como também temos o lugar para comercializar”, afirma Belarmino. Ele também diz que deixou de fazer queimadas e plantou nativas para diversificar a florada. “É para as abelhas produzirem mais mel. Agora, não estamos dependendo só do milho e feijão, ninguém precisa trabalhar alugado pra ter dinheiro”, explica ele.
Solidariedade na comercialização
As feiras são experiências recentes, mas já apresentam tanto sucesso e tanto resultados positivos que a demanda de novas famílias para participar vem aumentando em todos os municípios trabalhados por Caatinga, Diaconia e Sabiá. Novas feiras estão surgindo na paisagem do semi-árido, como é o caso da Feira de Tabira-PE, de Ipubi-PE e Caraúbas-RN, que começaram a funcionar recentemente.
No processo de inserção de novas famílias, é trabalhada toda uma perspectiva para fortalecer os elos solidários na comercialização. As novas pessoas a serem integradas têm que assumir o compromisso com a regularidade e a solidariedade coletiva na participação.
Da mesma forma, as experiências de comercialização direta têm fomentado uma verdadeira rede de solidariedade entre as organizações envolvidas, reforçando o sentido da economia solidária na prática. Em todas as experiências em curso, verifica-se o estabelecimento de parcerias emancipadoras. São parcerias onde as diferenças são respeitadas, fortalecendo a autonomia de cada uma. Isso estrutura ações em rede e contribui para a criação de alianças e de uma identidade mais coletiva.
Outros pontos a serem destacados são: a própria existência das feiras, funcionamento e consolidação de espaços institucionais para a comercialização direta, sejam eles formalizados ou não.
No Sertão do Pajeú, as feiras comercializam produtos da produção direta das famílias e também de organizações criadas para o beneficiamento de produtos, como é caso da castanha de caju, da Associação Rural Umbuzeiro-Leitão (ARUL) e do mel da Associação de Apicultores de Afogados da Ingazeira (APAI).
Para Luis Augusto e Neurize Silva, da comunidade de Serra Branca, em Ipubi-PE, a feira se concretizou em uma possibilidade real de sair das “mãos” dos atravessadores. Os dois observaram que só na comercialização da laranja, houve um aumento de quatro vezes o valor que era pago pelos atravessadores. “É muito bom ter nosso produto valorizado! A feira possibilita esta valorização”, diz Neurize.
As feiras vêm criando diversas formas de solidariedade na relação entre quem vende e quem compra. Para o consumidor Tarciso Beltrão, de Afogados da Ingazeira-PE, a relação com as famílias agricultoras, não é comercial e, sim, uma relação de confiança. Muitas vezes, quando ele não pode ir à feira, os feirantes se preocupam em levar os produtos até sua casa. Além disso, toda semana, os agricultores e agricultoras doam produtos para um “sopão”, destinado a famílias carentes, do qual, Tarciso é um dos responsáveis pela distribuição.
Os avanços da comercialização, em Ouricuri-PE, têm estimulado novas iniciativas, como a construção de uma unidade de processamento de produtos animais (cabras e ovelhas), bem como um investimento para ampliar a comercialização via o fornecimento de produtos para hospitais, lanchonetes e restaurantes.
Mulheres garantem seu espaço
Historicamente, houve pouco reconhecimento do valor da mulher na produção da agricultura familiar. Praticamente, não era permitido que as mulheres tivessem acesso às fontes de renda direta através da
comercialização dos produtos gerados pela família. Esta realidade começa a ser modificada e as feiras agroecológicas estão contribuindo de forma significativa para isto.
No Sítio Santo Antônio, em Afogados da Ingazeira-PE, Josefa Rodrigues, 35 anos, vem compreendendo melhor o seu papel de mulher na agricultura. Sua participação na comercialização possibilitou o acesso a novos conhecimentos, nos eventos promovidos pela Diaconia. Hoje, ela já está na associação e não fica apenas em casa, realizando as atividades domésticas. O seu companheiro, Nino, 37 anos, diz: “a comercialização é um espaço dela. A banca na feira é dela. Ela sabe como tratar o freguês, conquista a freguesia e tem um jeito especial para comercializar”.
Em Ouricuri-PE, o processo da comercialização de produtos agroecológicos tem as mulheres à frente. A existência dos espaços vem possibilitando que as mulheres diminuam o trabalho cansativo de vender seus produtos nas portas das casas da cidade, todos os dias, passando a ter locais apropriados para realizar a comercialização. Além do mais, as mulheres vêm perdendo o medo de participar das reuniões, reforçando o trabalho de gênero nas comunidades. Isso contribui para aumentar sua participação na vida pública, pois comercializar é sempre uma viagem, uma atividade realizada fora da sua propriedade, sendo uma real oportunidade para as mulheres. “Com a comercialização, agora não preciso mais sair pra ir trabalhar nos projetos de irrigação do São Francisco. Passei cinco meses em Petrolina (PE) e hoje nem penso em voltar pra lá”, afirma a agricultora Clarinda de Jesus, da Agrovila Nova Esperança.
Na comunidade de Tamboril, em Ouricuri-PE, a agricultora Terezinha Sabino e suas nove filhas são quem administram a propriedade. Cada uma participa das várias etapas da produção e comercialização, seja preparando os canteiros, adubando, plantando e fazendo a irrigação e outros cuidados da horta. Elas também cuidam dos animais fazem a colheita e preparam os produtos para levar à feira.
No Sítio Croatá, em Bodocó-PE, a família de Antônio Santino de Freitas tem mudado as relações de gênero na prática. A agricultora Maria José Santino, mesmo sendo a única mulher na família, participa de todas etapas da produção e da comercialização. Os filhos realizam diversas atividades domésticas, como abastecimento de água para a casa, limpeza e cozinha. Isso tudo é decorrente de um planejamento familiar para a melhoria da organização interna da família, estimulada pela comercialização, cujas atividades são sempre realizadas em sistema de mutirão.
Já em Lucrécia-RN, na comunidade de Caburé, em 2003 foi criado o Grupo Ativo de Mulheres Agricultoras de Caburé com o intuito de fortalecer o movimento de mulheres. Dele participam 26 mulheres que trabalham num regime de horta comunitária. O grupo surge justamente para atender um desejo das mulheres em participar de forma mais efetiva da produção, via atividades agrícola, pois praticamente as mulheres não tinham ocupação nesta área.
Para este grupo, a feira agroecológica é muito importante porque permite o escoamento de sua produção de forma organizada e num único dia. Para Maria Oliveira, associada do Grupo, “ser um grupo, uma associação, é uma iniciativa coletiva que dar mais credibilidade perante aos consumidores. Ser de uma iniciativa coletiva, é garantia de sucesso na ação”.
A participação na feira agroecológica vem possibilitando que essas mulheres reconheçam o seu valor, pois tem dado visibilidade à capacidade de realização das mesmas, bem como fortalecendo elas para uma atuação pública, dando possibilidade das mulheres mostrarem suas diversas funções na agricultura familiar, especialmente aquelas que, tradicionalmente, os homens diziam que as mulheres não podiam executar.
Isto tem sido exemplo para outras mulheres e tem sido referência para fortalecer a atuação nas políticas públicas. De acordo com Espedita da Costa, Coordenadora do Fórum Popular de Políticas Públicas de Lucrécia, ter uma experiência concreta realizada por mulheres, tem sido um incentivo para a ampliação das áreas de produção das mulheres e também para o engajamento de outras.
A feira agroecológica de Triunfo-PE, tem uma coordenação composta só de mulheres: Fátima Sabino, de 18 anos, Ana Bernadino, de 20 anos e Onilda Santos, de 45 anos.
Elas falam com desenvoltura sobre a importância da feira para a valorização da produção familiar e como este espaço é importante para viabilizar a participação das mulheres, tanto da vida pública, através das reuniões, viagens, como também, para a geração de renda própria. Elas estão saindo de uma situação de reivindicação, para um lugar de participação e estão liderando processos onde convocam os homens a participarem mais. “A feira agroecológica é uma possibilidade de se reconhecer enquanto mulher agricultora, sentindo orgulho do que faz, sentido que agricultora é uma profissão de valor”, afirma Fátima Sabino.
Futuro para a juventude rural
O fortalecimento da agricultura familiar, por meio da comercialização da produção agroecológica, está fomentando um novo futuro para a juventude rural envolvida nesse processo. Nota-se uma melhoria na auto-estima dos jovens no que diz respeito à sua condição de agricultor e agricultora. A geração jovem está vendo novas perspectivas para seu futuro.
O jovem agricultor Ivan, da comunidade de Bom Sucesso, em São José do Egito-PE, diz que antes tinha vergonha de ser agricultor e que pensava no futuro mudar para São Paulo. “Hoje, penso em ser um técnico agrícola e trabalhar com a agroecologia”, afirma Ivan. Nessa mesma comunidade, há um caso de um outro jovem agricultor que deixou de ser dependente químico a partir do envolvimento na agricultura agroecológica.
No Sítio Santo Antônio, em Afogados da Ingazeira-PE, Eduardo, de 14 anos, que é filho da agricultora Josefa Rodrigues, já tem sua própria área de roça. Com isso, ele comercializa diretamente sua própria produção. Eduardo já tem renda própria e ajuda a família nas despesas da casa. A renda geral da família aumentou em torno de 80% depois que começou a participar da feira e deixar de entregar a produção ao atravessador.
Esta possibilidade é uma pequena, mas vigorosa semente para garantir a continuidade da agricultura familiar como uma profissão reconhecida e de futuro para a juventude, que até pouco tempo só tinha, basicamente a opção de migrar para outras localidades, em busca de trabalho.
Em Lucrecia-RN, há jovens que estão apostando no futuro da agricultura familiar, na agroecologia e na comercialização direta de seus produtos. A exemplo de Francisco Morais, 25 anos e Antônio de Oliveira, de 17 anos, são da comunidade de Cacimba da Vaca. Eles tocam a horta a quatro mãos, a partir de um projeto produtivo apoiado pela Diaconia.
Os dois jovens participam da feira agroecológica, e aprenderam um novo ofício: comercializar. Nesse processo, Francisco e Antônio diversificaram a produção para atender aos pedidos de consumidores. Agora, estão investindo na melhoria da apresentação dos produtos e na gerência do que produz e vende. Tudo que é produzido e vendido é anotado.
São várias as iniciativas para a juventude rural. O sucesso da feira agroecológica em Umarizal-RN, por exemplo, fez com que o Sindicato de Trabalhadores Rurais do município orientasse as solicitações de crédito fundiário preferencialmente para a juventude. A entidade também condicionou o crédito à prática da produção agroecológica. Todos investimentos a serem utilizados, devem ser nessa perspectiva.
A convite do Centro Sabiá, o jovem Leonildo Silva, 17 anos do Sítio Apolinário, em Triunfo-PE, começou a participar da comercialização dos produtos agroecológicos. “O convite veio na hora certa. Eu estava procurando um negócio para gerar renda, pois o trabalho alugado só paga 10 reais por dia e também não queria ir embora para outro local”, conta Leonildo. Ele já consegue obter uma renda mensal líquida de R$160,00, que estimula a diversificar sua produção.
O jovem não pensa apenas na geração de renda. Ele se preocupa com o futuro de quem compra e da própria terra que lhe dá o sustento. “O veneno e o produto químico faz mal pra saúde e pra terra”, explica Leonildo. “Hoje, têm muitos produtos que as pessoas não conheciam e estão comprando. Assim, a alimentação delas também está mais diversificada por conta desses novos produtos”.
A existência da feira agroecológica de Serra Talhada-PE, estimulou as jovens da comunidade de Oiticica, em Triunfo no mesmo estado, a organizarem uma mini-padaria, com apoio da organização CECOR, que hoje fornece vários produtos para serem comercializados nessa feira. Assim, os jovens dessa comunidade estão tendo possibilidade de terem uma renda própria a partir da venda de seus produtos.
Rafael Justino, agricultor de 45 anos, do Sitio Feijão, em Bom Jardim- PE está preparando o futuro do seu filho Marcones, de 12 anos. Ele já envolve o filho na comercialização como forma de ter uma sucessão na propriedade. Seu desejo é que ele aprenda para assumir a propriedade no futuro, imitando assim a sucessão que acontece com na agricultura agroflorestal.
Endereço das Feiras Agroecológicas em Pernambuco
Espaço Agroecológico das Graças - Rua Souza Andrade – Atrás do Colégio São Luiz. Bairro das Graças – Recife/PE. Todos os sábados. Das 5h às 11h
Espaço Agroecológico de Boa Viagem - Praça Jules Rimet, por trás do 1º Jardim de Boa Viagem, próximo ao Parraxaxá – Recife/PE. Todos os sábados. Das 6h às 11h.
Feira Agroecológica de Serra Talhada - Praça Sérgio Magalhães - Bairro Nossa Senhora da Penha. Serra Talhada/PE. Todos os Sábados. Das 6h30 às 11h
Feira Agroecológica de Triunfo - Praça Carolina Campos. Centro – Triunfo/ PE. Todas as sextas. Das 6h30 às 11h
Feira Agroecológica de Bom jardim - Rua Manoel Augusto, em frente a farmácia Santa Luzia, próximo ao Banco do Brasil – Bom Jardim/ PE. Todos os sábados. Das 5h às 10h30.
Feira Agroecológica de Palmares - Praça Mauriti – em frente à Prefeitura. Palmares/ PE. Todos os sábados. Das 6h às 11h.
Feira Agroecológica de Bodocó – Ao lado da Delegacia de Polícia –Centro. Bodocó/PE. Toda segunda – feira das 7h às 12h.
Feira dos Produtores Agroecológicos de Sirinhaém (FEPAS) - Rua Sebastião Chaves (em frente a Prefeitura velha), Sirinhaém/PE. Toda sexta-feira das 14h às 18h e aos sábados das 5h às 11h.
Feiras Agroecológicas de Ouricuri:
Local de Funcionamento: Praça Padre Francisco Pedro da Silva (Praça do BNB), em frente ao teatro Carlota Peixoto. Ouricuri/PE. Dia/ Horário de funcionamento: Todos os sábados pela manhã.
Local de Funcionamento: Ao lado do Banco do Brasil (em frente à Prefeitura). Ouricuri/PE. Dia/ Horário de funcionamento: Todas terças, quintas e sábados. Das 6h30 às 11h
Local de Funcionamento: Empório Kaeteh – Ouricuri/PE. Dia/ Horário de funcionamento: De Segunda à sexta das 6h às 16h e aos sábados das das 6h30 às 11h